segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Carro com vidro interativo

á imaginou se você pudesse ter uma tela de toque interativa no seu carro? Imagine então se essa tela fosse na verdade toda a janela que está no veículo, permitindo uma série de possibilidades com realidade aumentada, é este conceito que a Toyota está apresentando com o projeto chamado “Window to the World”, que significa “Janela para o Mundo” em português.
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sábado, 21 de maio de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Destaque do dia: O amor entrou mudo e saiu calado

Por Xico Sá
Um casal vive há 20 anos na mais perfeita harmonia, sem trocar uma palavra. Nem um monossílabo, nem um pantim, nem um grunhido, nem um muxoxo, nem um arrulho, apenas o silêncio a lastrear o lindo amor dos pombinhos. Talvez seja a fórmula do sucesso, o Santo Graal dos relacionamentos, a chave do mistério. Assim vivem João e Maria, como aqui batizamos camufladamente a parelha evitando o som e à fúria dos urubus plantonistas.
Meu primo Zé Humberto contou a bela história ali na calçada de Tica e Dison, sábios e queridos tios que convivem com sabedoria e poucas palavras no discreto Sítio das Cobras, no mesmo município de Santana do Cariri adonde reina o casal mais calado do mundo.
João e Maria, meia dúzia de meninos, estão na faixa dos 65 de idade e deixaram de se falar por besteira e capricho. Certo dia, João a procurou, com teimosia e macheza, e Maria recusou-se a fazer os gostos sexuais do marido. Não estava a fim, pronto, queria ficar na dela.
Sem discussões
O cabra voltou a insistir por mais cinco vezes nas semanas seguintes. A católica Maria, cansada de guerras e gravidezes, manteve-se na resistência. Com o orgulho de macho ferido, ele fechou a cara. Em pouquíssimo tempo descobriram o bem que fazia aquele silêncio, passaram a conviver sem discussões ou arengas, estavam a dois passos do paraíso na terra.
Com a economia de palavras, não inventam conflitos, não brigam por miudezas, não ferem e não são feridos com o mal que sai da boca do homem. Meu primo Zé Humberto, que visita aquele lar doce lar semanalmente para a venda de carne em domicílio, assegura: não há casal mais feliz nas redondezas.
Até mesmo quando estão em dúvida se compram um talho de contrafilé ou de costela, por exemplo, eles tocam de ouvido. Num simples olhar espatifam-se as dúvidas sobre o cimento da sala como em uma mágica.
Dias desses, o homem da carne flagrou João morrendo de saudade. Maria estava passeando em São Paulo. Ele morria por dentro de tanta falta. De gozação e chiste, o visitante sugeriu um telefonema, pelo menos umas duas, três unidades de crédito no orelhão da esquina. O marido saudoso até se benzeu para evitar a tentação da proposta.
João aprecia mesmo, na mirada certeira dos seus olhos semi-áridos, é olhar a sua mulher sem que ela perceba. Admirá-la dormindo, por exemplo, a extrema beleza da calada da noite. Fica horas neste exercício, relembrando o tempo em que estragavam o amor com palavras como tapurus que botam a perder as melhores goiabas. João e Maria agoram contemplam a vida, ali nos ares da Chapada do Araripe, como um jovem casal de mãos dadas no silêncio escuro do cinema.
É calando que a gente se entende, diriam João e Maria, os meus personagens reais da semana. Os casais falam demais, intermináveis discussões de relação, as famosas dê-erres. Conviver também é cortar palavras, caro poeta itabirano. Conviver é catar o feijão sobre a mesa, como diria outro João, aquele do verso mais econômico.
Na fachada de todos os lares doces lares deveria ter inscrito, bem no alto, Silêncio!, como aquela velha placa dos hospitais. E quem tiver algo a dizer contra a advertência que fale agora. Ou cale-se para sempre.
Fonte: YAHOO

terça-feira, 15 de março de 2011

Quando o escritório é sinônimo de lazer

 por Maggi Krause(Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios)

 

Os sócios Ricardo Santos e Rodrigo Raso, da agência Milk, alcançaram o que muita gente quer e poucos conseguem: trabalhar por esporte

Bicicletas estacionadas pelos corredores e os diretores trabalhando de bermuda, camisa polo e tênis. Quem entra no escritório da agência de comunicação Milk, localizada no bairro paulistano de Pinheiros, encontra uma esteira instalada perto de uma janela com vista e um banheiro equipado com chuveiro, “para quem chega direto do treino”. Ali os funcionários correm no sentido literal da palavra: praticam corrida. O exemplo vem dos sócios-proprietários: o ex-fumante Ricardo Santos, 37 anos, corredor amador desde 2005, e o triatleta Rodrigo Raso, 34 anos, que treina modalidades variadas até 12 vezes por semana. A disposição para o esporte fez a dupla de publicitários mudar o rumo da agência em 2008, quando perdeu dois sócios e precisava se reinventar. Uma ação criativa em uma prova de corrida para a Sony Ericsson valeu mais do que as dezenas de medalhas penduradas nas paredes do escritório: garantiu a virada da Milk no cenário da comunicação e marcou a largada para vitórias nos negócios. Tanto que, em 2010, a revista Meio & Mensagem listou a agência entre as 18 empresas brasileiras mais importantes de comunicação no esporte. Detalhe: era a única especializada em running. Entre seus clientes figuram TAM, Duracell, British Airways, Philips, Nestlé, revista Runner’s World, Sony Ericsson e Johnson & Johnson. A intimidade e o comprometimento com o meio corrida atraiu a conta mais festejada da agência, a marca de tênis e acessórios esportivos Nike. A viagem para a meia maratona de Londres, em outubro passado, rendeu aos sócios um novo negócio: a distribuição da marca inglesa de bicicletas dobráveis Brompton no Brasil, oficializada desde fevereiro. “Há alguns meses venho trabalhar de bike. As conversas com a marca surgiram depois que fui a uma loja londrina escolher um modelo dobrável para mim. Por isso, digo que vida pessoal e profissional são indissociáveis”, afirma o convicto Santos. 
 
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sábado, 12 de março de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Grupo de ateus trocam Bíblia por revistas pornô



Pelo segundo ano consecutivo, estudantes da Universidade de Santo Antônio, no Texas (EUA), promovem o Smut for Smut (Porcaria por Porcaria): dão uma revista pornográfica em troca de uma Bíblia (foto). Eles compõem o grupo Agenda Ateísta.

A estudante Kyle Bush disse que o objetivo da permuta é mostrar que a Bíblia, Alcorão e Torá são piores do que publicações pornográficas, porque causam mais danos à humanidade.

Ela disse que a Bíblia está repleta de violência, como genocídio e infanticídio, e de práticas sexuais reprováveis, como o incesto e o abuso de crianças.

No ano passado, estudantes cristãos protestaram contra o Smut for Smut e pediram à universidade que impedisse o evento. A reitoria informou que nada podia fazer, porque os ateus não estavam desrespeitando nenhuma lei.

Neste ano, poucas pessoas têm feito a troca, mas para a Agenda Ateísta o importante é que ela, com a manifestação, está conseguindo visibilidade na imprensa, atraindo novos sócios, conforme ocorreu em 2010.

Fonte:  Inforgolpel

terça-feira, 30 de novembro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

Frase

domingo, 5 de setembro de 2010

Raiva no trabalho


Veja esse video

Dicas sobre emprego


Veja aqui

QUANTO VOCÊ VALE?

Assunto de capa da Revista Exame desse mês.:
"Para manter profissionais talentosos, um número cada vez maior de empresas adota incentivos de longo prazo"                                                       

sábado, 4 de setembro de 2010

Fotos que-falam


Fonte: recebi por email

Gurus por Max Gehringer

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Quanto custa ser feliz?

Pesquisas recentes mostram que nosso cérebro se engana quando sonha que uma casa na praia, um carro novo ou uma grande paixão nos deixariam mais satisfeitos. Mesmo sem nada disso, dizem os cientistas, estamos fadados à felicidade.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência

Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a "vagabundagem": o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.
O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, conseqüentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.
Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.
Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e a noite, quando tem mais energia.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A nova reforma Protestante

Ilustração de um monumento em forma de cruz Irani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”). Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.
Desde que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11 “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica comum: são crentes mais experientes.
Apesar de jamais ter participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.
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